Degustações
Michel Rolland – Le Figaro
24 de abril, finalmente livre! Muriel e eu fomos para Maury. Já havia se passado mais de um ano desde que estivemos lá. Toda vez que estou lá, acho uma pena eu não gastar tempo suficiente neste lugar onde tudo é tão diferente, calmo, selvagem – Eu falo sobre a natureza, é claro. Tivemos uma boa refeição no restaurante de Maury 1 estrela Michelin com o Bizeul. Em seguida, visitamos a adega e as vinhas, especialmente aquelas em Lesquerde com seu território bonito.
Quando voltei para Saint Emilion, ouvi sobre um artigo publicado no dia 22 de abril do periódico Le Figaro sobre Michel Rolland. Este artigo foi intitulado “O cidadão de Libourne, que se tornou um guru e fenômeno, Michel Rolland.
Os títulos são sempre os títulos, mesmo se eu achá-lo presente um pouco demais! Eu nunca escondi a minha admiração por Michel Rolland, mas sinto que a palavra guru é inadequada: ele é certamente um líder carismático.
Além da foto, Michel Rolland faz uma síntese verdadeira de si mesmo e seu trabalho: “meu trabalho é enólogo de 30%, Psicologia 70%”. Eu posso testemunhar o que para ele é exatamente o que eu experimentei em minha relação com Michel Rolland: toda vez que compartilhei com ele meus medos, ele sabia que, com sua calma, confiança e sentimento paterno, me orientaria na direção certa. Eu sei (bem como Valandraud), entre vários crus de outros, que lhe devemos o nosso sucesso e eu nunca esqueci, especialmente considerando que parte da minha história cresceu ao mesmo tempo em que a lenda Rolland, e que nossa história está vinculada. Por isso, não há necessidade de vermos uns aos outros, muitas vezes para conhecê-la.
Então, quando li todos os nomes de pássaros que lhe foi dado, eu certamente respondi fortemente e, quando li este artigo, acreditei que estava realmente a sorte de saber que só posso chamá-lo quando eu precisar de sua ajuda. Sempre lá, Michel e sua empresa onde eu trabalho em estreita colaboração com um dos seus enólogos consultor para minha própria atividade de consultoria, bem como Valandraud.
Texto com adaptações
Para ver o original clique aqui
Desconfraria com o tema: Borgonha de 2003 a 2005
Mais uma desconfraria entre os amigos e uma noite memorável.



Borgonha (em francês: Bourgogne) é uma região administrativa da França, habitada em ordem cronológica por Celtas da tribo dos Gauleses, Romanos e Galo-Romanos e vários povos Germânicos, dentre os quais os mais importantes foram os Burgúndios (donde deriva o seu nome atual, através de uma forma medieval Burgúndia) e os Francos.
Borgonha foi uma província da França até 1790. É hoje uma região administrativa francesa que engloba os departamentos de Côte-d’Or, Nièvre, Saône-et-Loire e Yonne.
Nos dias de hoje, ela é reconhecida mundialmente por ser uma das mais importantes regiões vitiviniculturas da França, e os seus vinhos são consumidos em dezenas de países do globo.
Degustação São Paulo a Nova Espanha
A Nova Espanha : “Tradição com modernidade”
*Por Ariel Pérez
São Paulo. Quinta, dia 14 de Abril 2011.
O nosso objetivo com essa degustação foi mostrar os novos atores da cena enólogica Espanhola e sair dos já enormemente consagrados como Miguel Tores, René Barbier, Álvaro Palácios e Peter Sisseck .

Destacar como referente os vinhos 100 pontos como L´Ermita, Viña El Pison, Contador, Termanthia e demostrar como as uvas autoctonas dos novos protagonistas estão arrebentando com microvinificações que viram Obras primas com enorme reconhecimento do consumidor e da crítica especializada .
A uva Tempranillo, que todo o mundo associa com a cultura da vida na Espanha e que elabora grandes vinhos, dá um passo para uma nova geração de grandes redescobertas ou reinterpretações como a uva Mencia que sob a mão e olhar atento de Raul Pérez (foto) no Bierzo pode chegar a produzir os vinhos mais Instigantes, elegantes e gloriosos que nunca ninguém provou e nem imaginou, assim como também a notável Prieto Picudo em León , desconhecida para muitos mais que repete um grande vinho, exótico, compacto e complexo.
- “Vamos para o que interessa com a mão na taça e a outra no garfo”.
A ordem da degustação foi completamente não tradicional e começou com os vinhos da bodega Alzania de Navarra que são produzidos quase sem uvas autoctonas e com muita seriedade e criatividade.

Alzania 21 del 10 2006: Grande começo. Vinho escuro, especiado, elegante, floral, pimenta, cravo, fruta madura e ótima acidez. Vinho feito em homenagem e a data do nascimento da filha Maria . José Manuel feliz da vida.

José Manuel e suas duas Marias
Alzania Selección Privada 2005: Segundo, com um vinho de maior complexidade e elegancia, uma maciez notável, taninos firmes e excelente fruta como ameixa e casis, mineral.
Continuando com a degustação servimos 2 Tempranillos em dos regiões com 2 estilos únicos .
César Principe 2007 – D.O Cigales : Um vinho que fez delirar a plateia pela força, estructura e maciez , um vinho completo, complexo e estruturado.


Antonino Izquierdo 2006 – D.O Ribera del Duero – Imagem ilusstrativa.
A degustação foi ficando cada vez mais interesante, emocionante.
Este Nino o enólogo realmente possui um resultado diferenciado pela dedicação ao trabalho e a filosofia Biodinâmica.
Um vinho de notável elegância, fruta nítida, complexo, taninos macios e belisima e complexa estrutura, com uma acidez deliciosa.
Aqui entra em cena uma microvinificação de 600 garrafas do vinho Glorioso Branco com estructura de tinto e a história de Raul Pérez com sua autoctonas uvas. Alvariño, Mencia e Prieto Picudo.
“Os vinhos extraordinários de Raúl Perez tem que serem provados para serem acreditados. As palavras simplesmente não podem fazer-lhes justiça. O problema é que eles são produzido em quantidades minúsculas.”
- Robert Parker Jr.
Uva: 100% ALBARIÑO
Produção: 600 garrafas.
Envelhecimento: Maceração por 24 horas em tanque de aço inoxidável. Fermentação e pós-fermentação em barris de 700 litros durante 12 meses e o envelhecimento em garrafa por 60 dias a 30 metros em baixo de água do mar.
Vinhedos: o vinhedo de onde vem o Sketch esta localizado na cidade de dena, a 150 metros do Oceano Atlântico. A idade do vinhedo é de 40 anos de vinhas velhas. As uvas do Sketch são colhidas 1 a 2 semanas mais tarde do que todos os outros vinhedos (para fazer o Sketch, Raul Pérez gosta de apanhar uvas com menos água). Com a proximidade do vinhedo ao mar adiciona um elemento muito interessante de salinidade para o vinho.

Paella a Valenciana das Chef’s Thais, Fernanda e Maria, saborosa e mais equilibrada nos sabores, textura macia, impesionante o ponto de cozimento dos ingredientes. PARABÉNS.
A sugestão foi comer com os dos vinhos Skecth e Ultreia de Valtuille 2008 uva Mencia. Vinho extremamente elegante, sexy, macio, complexo e com perfeito equilibrio.
Ambos harmonizaram por correpondencia e contraste, que felizes fomos.

Parabéns a Equipe jovem da Casa do Porto de São Paulo. Afinadíssimo no serviço e impecável coordenação.

Poucos afortunados.

Grande Finale com dos Blockbusters Elegantes, sexies, plenos e instigantes. Rara Avis de Raul Pérez (Leon produzido em bodegas Tampesta) e Mancuso vinho de la tierra de Valdejalón (Zaragoza) , um luxo somente para poucos afortunados. QUE VINHAÇOS! Sem Palavras! Nada que envidiar aos vinhos mais conhecidos e famosos. Um Prieto Picudo Único e glorioso e uma Garnacha velha que foi tocada pela mãos de Deus .

Grande Noite para repetir poucas vezes pela minúscula quantidade da produção.
Degustação de vinhos Chilenos Monovarietais
*Por Haroldo Fernandes Quintão
Aconteceu no último dia 30 de Abril de 2011, no Hotel Calypso, em Nova Serrana MG, um evento de Degustação de Vinhos. A degustação teve como tema “Vinhos Chilenos Monovarietais”, ou seja, vinhos elaborados a partir de apenas uma variedade de uva. Na oportunidade, foram degustados seis bons vinhos de variedades distintas de uvas para que os 14 participantes pudessem sentir as diferenças que existem de um vinho para o outro levando em consideração a casta com a qual os vinhos são produzidos.
O primeiro vinho a ser degustado foi o CARPE DIEM VARIETAL SYRAH 2008, um vinho de caráter mais frutado, os taninos ainda um pouco adstringentes. Na seqüência, veio o CARPE DIEM RESERVA PINOT NOIR 2007, mais complexo que o primeiro, com o aporte das notas provenientes de sua passagem por barricas de carvalho. O terceiro vinho foi o CARPE DIEM RESERVA MERLOT 2007 um vinho muito macio com textura aveludada, agradou muito aos participantes.
Seguindo a ordem crescente de corpo e potência foi degustado o EL SUEÑO CARMENERE 2006, um dos destaques da noite: muito maduro saboroso e carnudo, deixou a maioria dos participantes encantados. O quinto vinho foi o J. BOUCHON RESERVA ESPECIAL MALBEC 2005 se destacou muito sendo escolhido por muitos participantes um dos melhores vinhos da noite. O sexto vinho a ser degustado foi o CARPE DIEM GRAN RESERVA CABERNET SAUVIGNON 2004, um vinho no seu apogeu, muito maduro e complexo, o mesmo acompanhou o delicioso Ragú de Cordeiro picante com polenta bergamasca, preparado pelo Chef Luciano Contarini que, ao final do jantar, serviu como sobremesa um Coulis de frutas vermelhas com creme de caramelo e castanhas.
A degustação foi orientada pelo Consultor de Vinhos da Casa do Porto de Belo Horizonte, Haroldo F. Quintão, que de maneira muito didática e direta falou aos participantes sobre o conceito de degustação, as uvas e ensinou as técnicas de degustação. A idéia de se realizar esse evento de alto nível em Nova Serrana foi incentivada pelo Dr. Marcelo David (Fácil Academia) que fez a ponte entre a importadora de vinhos Casa do Porto e o Hotel Calypso.
Os participantes manifestaram o interesse em participar de outras degustações e os organizadores já estudam os temas para o próximo evento.
Confira as fotos:
Opus One: Crônicas de uma grande noite anunciada…
*Por: Ariel Pérez
Poucas oportunidades na vida de um enófilo, até dos especialistas de poder reunir-se em torno a uma vertical (varias safras de um mesmo vinho) de um Nobre Mítico produzido nos Estados Unidos com “ Estilo Bordeaux”. Para mim usando a categoria de um NAPADEAUX, este Magnífico Opus One com nada menos que a presença de seu CEO David Pearson, um REAL GENTLEMAN que realmente encantou a todos com seu profundo conhecimento das anedotas não conhecidas das famílias Rothschild e Mondavi e a essência das técnicas de cultivo e vinificação.
Não é normal diretores comerciais de empresas, ainda como Opus One, uma das grandes de Napa Valley, com a capacidade de comunicação deste gringo, simplesmente espetacular sua abordagem nesta noite memorável. Opus é um vinho Absoluto, de maior preço e valor maravilhoso, muito limitado pela quantidade de produção e mal divulgado na America Latina e no Brasil.

David Pearson, CEO Opus One & Ariel Pérez Sommelier Casa do Porto
Preparação da Degustação
A Equipe jovem da Casa do Porto preparou cada uma das garrafas:


Cristobal Pérez e Eder Miguel
Vinhos abertos
Temperatura de serviço:
Safras 2005-2006 às 17:00 horas dupla decantação……………16 graus;
Safras 1991-1990 às 18:00 horas não decantadas………………18 graus;
Safras 1988-1990 às 19:00 horas não decantadas………………18 graus;

Ariel Pérez Sommelier & Luiz Eduardo Moraes diretor Casa do Porto
Vertical Seis safras de Opus One

Notas deste grande momento:
Foram degustadas nesta ordem: mais antiga a mais nova, tomando em conta estilos, técnica, grau de álcool ascendente.
Ambas safras elaboradas com o corte de Cabernet Sauvignon (CS) , Cabernet Franc (CF) e Merlot (M) álcool promedio 12-13 graus.
O Primeiro enólogo de Opus One foi Lucien Sionneau’s, que se retirou em 1985.

O Segundo Enólogo da história Patrick Léon se junta para elaborar o também mito de Pauillac Château Mouton Rothschild e co-enólogo de Opus One Timothy Mondavi (filho de Robert Mondavi).
1986 – Cor obscura apresentando evolução, brilhante, aromas intensos a fruta vermelha e preta com delicados traços aromáticos de caixa de charuto, couro, terra, mineral e complexo, boca demonstra uma bela estrutura e notável equilibro. Guardar até + 5 anos ou beber na sua curva ascendente.
CS 87% – CF 9% – M 4% – Maceração: 21 dias Carvalho novo Francés 18 meses.
1988 - Um Opus Mais “potente” mais fechado nos aromas mais de um grande refinamento, fruta negra e belíssimos blocos de taninos ultrafinos. Bela guarda ainda + 10 anos para começar a revelar sua estirpe e caráter.
CS 85% – CF 13% – M 2% – Maceração: 28 dias Carvalho novo francés 18 meses.
1990 – Uma garrafa que apresentava vazamento mais estava ‘ Gloriosa” fruta negra madura, complexidade ao tope, especiarias, tabaco, pimenta, cravo, suave baunilha, taninos muito finos e firmes com acides notável um vinho rico e aromático . consumir a partir de 2020. Excelente
CS 87% – CF 10% – M 3% – Maceração: 30 dias Carvalho novo francés 18 meses.
1991 – Como chamou David a esta safra do acidente em vez de vinificar rompimento o grão completamente existiu um erro e as uvas passaram interas e criou uma espécie de maceração carbônica que destacou muito mais o caráter frutal do vinho e amaciou completamente os taninos.
Se percebe um vinho mais elegante, frutado com especiarias exóticas com um grande e glorioso equilibro com taninos finos, delicados e sexies, macio no paladar médio e acides perfeita. A leitura dos três vinhos anteriores e lembrar a vinhos da região de Pauillac-Margen esquerda e este Opus acidentado para mim é um verdadeiro POMEROL, Refinado e sublime .
CS 93% – CF 6% – M 1% – Maceração: 33 dias Carvalho novo francés 15 meses.
Aqui acontece um encontro no estilo real e mudança as primeiras 2 safras foram elaboradas na Vinícola de Robert Mondavi e estas atuais sendo 100% de vinhedos próprios e totalmente gravitacional e engarrafadas na origem com controle total de tudo o processo.

A imponente Opus One em Napa Valley, uma joint-venture Mondavi-Rothschild, arquitetos Fain Johnson & Pereira, 1984.
Michael Silacci novo enólogo de Opus One, o primeiro que assume ambas responsabilidades de viticultura e elaboração atual dos vinhos.
2005 – Voluptuoso, concentrado, floral, aromas e sabores de cassis, ameixa, azeitonas negras e chocolate negro, um vinho monumental com um longo e luxuriante final mais ainda dormindo . comprar e esquecer na adega e refletir abrir a partir do ano 2030.
CS 88% – CF 3% – M 5%- Petiti Verdot 3%- Malbec 1% – Maceração: 29 dias Carvalho novo francés 18 meses.
2006 - Obscuro, profundo… Uau que vinhaço. Instigante, mineral,fresco e licoroso ao mesmo tempo, bolo de amora com chocolate, flores frescas, café moka, bacon defumado , denso, pleno e com persistência, mísseis e expansivo final.
CS 77% – CF 5% – M 12%- Petiti Verdot 3% – Malbec 3% – Maceração: 26 dias Carvalho novo francés 17 meses.

David Pearson em ação.

Pato a Laranja e Risoto ao Grand Marnier e cravo – Equipe Thais Bulgareli e Fernanda Mestriner.
Mix de Queijos
Para fechar, um grande final com Safras antigas de 3 grandes vinhos para evidenciar a evolução do vinho Americano, a idéia do conceito da degustação experimentar 4 décadas de vinhos americano, 70-80-90-2000 foi realmente Notável.

“Foi um momento único na vida dos enófilos,imperdível e inesquecível” inédito no Brasil.

Alguns dos afortunados participantes jornalistas de revistas especializadas– Arthur Azevedo (Wine Style final centro) –Marcel Miwa (Divino final direita)-Luiz Gastão Bolognes (Adega final esquerda) seguido de Fernando Basile ABS, clientes e amigos.
Atualmente Constellation Brands possui 50% das operações jumto a 50% ao grupo Baron Philippe de Rothschild SA.
Muito Obrigado a David Pearson e a equipe da Casa do Porto.
Desconfraria com o tema: Bordeaux 05 Premier Grand Cru, Cheval Blanc, Ausone, Le Pin, Petrus e Valandraud Safra Livre
CHÂTEAU CHEVAL BLANC 1999
PREMIER GRAND CRU CLASSÉ A DE SAINT EMILION
O que torna o “CCB” tão especial é sua qualidade de reunir força e elegância, num perfeito equilíbrio, fato que só pode ser compreendido com o estudo do terreno e das castas que originam o vinho. Seus vinhedos ocupam um lugar peculiar em Saint Emilion. Enquanto a maioria dos grandes vinhos da região são produtos de solos calcários, as vinhas o CCB crescem em terrenos de aluvião (um misto de cascalho, argila e areia, mais parecido com o que se encontra na região vizinha, Pomerol). A maior parte da superfície é de cascalho ou areia com subsolo de argila. A parte superior colabora por manter o calor e o subsolo o suprimento de água (a argila funciona como uma esponja), ajudando no amadurecimento das uvas.
Avaliação: RP 93 – WS 91
CHÂTEAU HAUT BRION 1985
PREMIER GRAND CRU CLASSÉ – GRAVES
O Château Haut-Brion (CHB) é, para muitos especialistas, o melhor entre todos os vinhos de Bordeaux. Para alguns, como Robert Parker, trata-se simplesmente do maior vinho do mundo. O Haut-Brion é o veterano e o menor dos Premier Crus Classés de 1855. A menção mais antiga à existência de vinhas na propriedade, onde hoje está o Château, data de 1423. O castelo propriamente dito só viria a ser construído, no entanto, em 1550, por Jean de Pontac.
De uma antiga linhagem de comerciantes de vinhos, Pontac viveu nada menos que 101 anos. Naquela época, os vinhos eram mais conhecidos pelo nome de seus donos. No caso, o CHB era chamado simplesmente “vin de Pontac”. Aos poucos, o nome do Château tomou o lugar do de seu produtor e a noção de “Cru” foi sendo criada.
Avaliação: RP 94 – WS 93
CHÂTEAU VALANDRAUD 2006
SAINT EMILION GRAND CRU

Avaliação: RP 92 – WS 92
CHÂTEAU VALANDRAUD 2000
SAINT EMILION GRAND CRU
Jean-Luc Thunevin é chamado de Bad Boy de Bordeaux. Em 1991 (com 1.500 garrafas) iniciou a saga de sua vinícola caindo nas graças de Robert Parker, que o apelidou assim, por fazer seus vinhos de cor bem escura, concentrado, de aroma fresco, e mesclar a clássica doçura e pureza da fruta. Isso tudo com ajuda do enólogo consultor Michel Rolland. Thunevin é considerado o criador dos vinhos de garagem. Título que recebeu, por usar a garagem de sua casa, para abrigar os primeiros tanques de fermentação e barricas de carvalho.
Robert Parker ficou fã e isso gerou uma disparada nos preços de seus vinhos. Por causa de sua reputação, o Chateau Valandraud (o top da vinícola), tem um posicionamento de preço muitas vezes acima dos Premier Grand Cru Classés de Bourdeaux, obedecendo às implacáveis leis de mercado; gerando desconforto em alguns produtores tradicionais. Jean-Luc costuma dizer que o Valandraud pertence a uma Apelação de Origem “Incontrolada”.
Avaliação: RP 94 – WS 93
CHÂTEAU PAVIE 2001
SAINT EMILION GRAND CRU
Mas o Château Pavie merece. É um vinho pra se beber com calma, abrir muito antes para ele se abrir (senão você corre o risco de beber um vinho tão fechado que só sentirá o aroma da madeira) e claro, pelo menos para os pobres mortais, para um dia especial. Deixemos as brigas sobre a qualidade, o uso exagerado de madeira, a quantidade de álcool para os grandes como o Sr. Parker, Jancis Robinson e outros. Aqui vamos só avaliar o vinho como ele é e não vamos dar pitaco no que o enólogo poderia ou não fazer.
Avaliação: RP 96 – WS 92
Ciclo de degustações TOP – Casa do Porto
“Degustação Vertical de Opus One“
Relator: David Pearson – CEO Opus One Winery.
Dia: 26 de Abril 2011.
19h00min horas.
Tema: O influencia e herança de Robert Mondavi e Baron Phillipe no mundo do vinho.
Conceito dos Cult Wines.
Degustação Vertical seis safras de Opus One
Degustação Central
Safras Opus One
1986-1988-1990-1991- 2005-2006
Inclui Prato: Pato a Laranja e Risoto ao Grand Marnier e cravo.
Mix de Queijos
“Será um momento único na vida dos enófilos imperdível e inesquecível” inédito no Brasil.
Aceitamos Reserva de grupos fechados para 14 pessoas de empresas.
Informações:
Casa do Porto-São Paulo – Alameda Franca 1225 – Jardins Paulista (Esquina Hadock Lobo) Fo no: 55-11-3061-3003
Valor do Investimento: R$ 700,00 ( Setecentos reais)
Desconfraria com o tema: Toda a Espanha de 1999 a 2001
*Por: Péricles Gomes
Mais uma desconfraria entre os amigos.
Seguindo em frente, ou melhor, atrás, o Conde Fáe de primeiro passou a quase último. A degustação foi vencida pelo Águia Branca, digo, Águia Chieppe.
Desconfraria com o tema: Pauillac e Saint-Estéphe 2001 a 2003
*Por Péricles Gomes:
A Primeira reunião do ano da Desconfraria “Pauillac e Saint-Estéphe 2001 a 2003″ foi vencida pelo Conde Faé com um majestoso CHÂTEAU PICHON LONGUEVILLE COMTESSE DE LALANDE – PAUILLAC – 2001 seguido pela Aguia Chieppe com o Pontet Canet 2003.
Rodrigo Geisse na Casa do Porto de Belo Horizonte
*Por Luciano Contarini
Em visita comercial a Casa do Porto, Rodrigo Geisse diretor comercial da Vinícola Geisse, Bento Gonçalves – RS, esteve em Belo Horizonte dos dias 28-02 a 02-03 para uma maratona de visitas a restaurantes e treinamentos. 
Rodrigo Geisse, filho do enólogo e proprietário da Vinícola Geisse, Mario Geisse ministrou treinamentos e realizou degustações em restaurantes parceiros da Casa do Poto em Belo Horizonte. Mereceram destaque vistas feitas no Benvindo Bistrô Restaurante, Pizzaria Marlia, Tavola e Sorriso Risoteria Lourdes.
Entre os treinamentos, foram ministrados para o Grupo Be & Leave – O Dádiva, Maria de Lourdes, Tizé, Rokkon, Braca e Sorriso Lourdes e Anchieta, com presença de cerca de quarenta pessoas entre garçons, gerentes e sommeliers de todos os restaurantes do grupo. Também foram ministrados treinamentos para o Grupo Gourmet – Olegário Pizzaria, Villa Madalena, Santa Fé, Udon, Armazém Medeiros e Germano, além dos dois restaurantes do Centro de Arte Contemporânea Inhotim em Brumadinho.












