Artigos

Baron Carl Saint-Emilion 2005

Provavelmente um dos mais famosos vinhos do mundo. Com o crescimento deles, os Bordeaux continuam mostrando a combinação entre poder e complexidade que eles são capazes. Enquanto a maioria dos vinhos aqui são baseados em Cabernet Sauvignon, tanto o Merlot e quanto o Cabernet Franc desempenham papéis importantes em adicionar camadas de complexidade aos vinhos acabados e permitir que produtores de vinho em cada município da região a utilizar a mistura que é mais adequada à sua combinação única de solo e meso-clima. Os municípios mais famosos tem suas próprias características como o clássico São Estephe, pleno, com seus vinhos rústicos, dos solos argilosos pesados; para balancear, Paulliac tem vinhos elegantes de frutos maduros; mineralidade e estrutura para o St. Julien’s um blackberry rico e flexível sentir. Movendo-se para o sul da região traz um Margaux, com as notas de flores e frutos sobre um quadro feminino e depois para a região de Graves com vinhos cheirando a tabaco, cascalho e fumaça. A leste fica as famosas denominações de St. Emillion, com as suas maravilhosas e maduras Cabernet Franc e Pomerol onde Merlot manda e desmanda e produz prufundos vinhos suaves de refinamento incomum.

Como publicado pela Veja SP, a Casa do Porto está liquidando esse e mais outros rótulos com até 70% de desconto. Entre em contato!

Artigos

Armand de Brignac Midas: A maior garrafa de Champagne de luxo do Mundo

É com grande animação que anunciamos que a Armand de Brignac criou a maior garrafa de Champagne de luxo em existência: o “Midas”, um enorme vasilhame de 30 litros que é equivalente a 40 garrafas “normais” de 750ml e que pesa 100 quilos. O nome da garrafa, “Midas”, vem do Rei Midas, arremetendo a mitologia Grega para a capacidade que ele tinha de transformar tudo o que tocava em ouro. A primeira garrafa de este novo tamanho foi vendido recentemente por US$ 100,000.00 (Cem mil dólares) na famosa casa noturna XS, na Las Vegas Encore casino (parte integrante da Wynn Steve Wynn Hotel Group). Dois homens fortes foram necessários para transportar a garrafa para a mesa dos compradores da garrafa.

Abaixo, segue uma foto da primeira garrafa lançada:


*Por: Scott D. Cohen – Diretor de Marketing Armand de Brignac.

Artigos, Curiosidades

Feira Renaissance des Appelations destaca Biodinâmicos

“O movimento biodinâmico, trazido ao Brasil pelo incansável sommelier Ariel Perez, vem ganhando cada vez mais adeptos em nosso país, fato plenamente confirmado pelo grande afluxo de profissionais e enófilos ao evento, que nesta segunda edição contou com a presença de Andreas Larsson, sommelier sueco, campeão do mundo pela Association de la Sommelerie International, que não só atendeu a todos com incrível simpatia e competência, como também conduziu uma espetacular harmonização de 12 vinhos biodinâmicos com 12 pratos da culinária brasileira, preparados com rara maestria pelo chef Ivan Achcar, da Casa da Fazenda.”

Confira mais uma matéria produzida pela Winestyle:

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Artigos, Eventos

II Encontro Internacional do Vinho em matéria na Winestyle

“Para os profissionais, jornalistas especializados e enófilos em geral que participaram, no início de novembro, o Encontro Internacional do Vinho 2010, não foi apenas uma simples mudança de cenário – ou, melhor, de praia. Do hotel Pedra Azul, na bucólica Domingos Martins, na serra capixaba, onde foi realizado durante muitos anos – e, já repaginado, em 2009, quando renasceu com grande vigor, retomando seu prestígio e notoriedade –, o evento, um dos mais tradicionais do calendário enológico do país, agora organizado pela Premium, a agência de eventos do grupo Gazeta, representante regional da Rede Globo, teve como palco em 2010 o belíssimo hotel Ilha do Boi.”

Veja a matéria completa na Winestyle:

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Artigos, Eventos

Degustação revela os segredos dos Valandraud

Que ideia básica poderíamos alimentar quando participamos de uma degustação vertical (safras de 1992 a 2009) de um ícone como o Château de Valandraud, o primeiro “vin de garage” de St-Émilion? A equipe da Winestyle analisaram e fizeram uma super matéria sobre esses vinhos e derrubam mitos e críticas preconceituosas. Veja o slide abaixo:

Degustação dos Valandraud pela Winestyle
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Artigos, Degustações

Bad Girl – finalmente!

Após dois anos de envelhecimento em suas adegas em Montagne Saint Emilion, Lionel Lateyron apresentou as suas primeiras garrafas de Bad Girl, Crémant de Bordeaux, que ele produziu para nós, com o objetivo de ser um dos melhores vinhos espumantes da França, portanto, capaz de rivalizar com o melhor espumante do mundo e oferecem uma boa alternativa para a base de champanhe.

Depois de Bad Boy, Bordeaux; Bad Baby Boy, de Vin de France, nós tivemos que fazer Bad Girl.

Com algum tempo para enviar essas garrafas para nossos clientes e de tempo para assimilar o paladar, o vinho estará em seu topo para o Dia dos Namorados, 14 de fevereiro, 2011. 3000 “cases”, de 6 de 2008 estão disponíveis para venda, na pendência de 2009 e 2010.

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*Por: Jean Luc Thunevin.

Artigos

Terroir chileno + uva francesa + passaporte italiano = “vinhaço”

Antes de ser acusado de dar preferência a vinhos italianos ou produzidos por italianos no exterior (o que é a pura verdade), juro que não sabia que por trás do Chileno Erasmo tinha um italiano também! Apesar de ter o nome do meu tio…

Tinha lido umas avaliações positivas sobre ele e como o casal de amigos Marcus & Raquel estavam indo pro Chile, resolvi encomendar esta garrafa para experimentar.

Francesco Marone Cinzano é na Italia uma celebrada personalidade do mundo do vinho, famoso pela produção de espumante Asti e de Vermouth, também possui a renomeada Tenuta Col d’Orcia em Montalcino (na minha adega tenho um Brunello dele, mas estou aguardando o momento justo para tomar). Em 1995, ele decidiu expandir os próprios negócios e escolheu este terroir no Vale do Maule, aonde importou clones de variedades francesas e fundou La Reserva del Caliboro: produz um único vinho de um único vinhedo.

Em poucos anos se tornou um dos mais bem falados vinhos do Chile, coletando prêmios e boas notas pela crítica internacional (91 pontos pelo Robert Parker, 93 pela Wine & Spirits).

Vinhedo único de alta densidade e baixa produção, colheita selecionada e manual, uvas francesas perfeitamente adaptadas ao terroir (é um clássico corte bordales de Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc), maturação de 1 ano em carvalho e mais 1 ano em garrafa sem filtração fazem do Erasmo um vinhaço.

Aroma complexo e delicado (cereja, lichia e notas de tabaco), bastante estrutura, taninos finíssimos, boa acidez, madeira suave e final médio, com retrogosto de alcaçuz.

O chamam vinho de autor, certamente é um belíssimo tinto, muito elegante (entre os mais elegantes do Chile que já provei), que vale a pena experimentar.

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*Por: Mario Trano, do MondoVinho.

Artigos, Casa do Porto na Mídia

Sonho de enófilo

Graças a amigos que o mundo do vinho é capaz de proporcionar, participei, ao longo dos anos, de fantásticas degustações, em que espécies muito raras e caras foram apresentadas. Porém, sempre fica faltando uma, como é o caso, por exemplo, de uma vertical (mesmo vinho em safras diferentes) de um grande vin de garage (produção artesanal, limitada). E, recentemente, isso foi possível, imagine só, com o pioneiro deles, que é o Château Valandraud. Lembro que uma dessas degustações memoráveis que participei, o Valandraud 2001 bateu o mítico e caríssimo Le Pin, de mesma safra, segundo a opinião dos presentes na ocasião.

Esta degustação dos sonhos (onde o preço não conta, como sempre gosto de afirmar) aconteceu na Casa do Porto, em São Paulo, e à medida que os vinhos eram degustados, expressões cada vez maiores de júbilo se faziam presentes. Arthur Piccolomini, editor da revista brasileira Wine Style e consultor de vinhos, um dos participantes da vertical, disse brincando que esta degustação era uma daquelas (poucas, infelizmente) que devem ser colocadas no curriculum vitae.
Segundo Jean-Luc, é a primeira que fazem assim no Brasil, porém tendo sido feita em outras grandes cidades do mundo. Interessante dizer que a última foi realizada em Nova York para o grupo de Robert Parker, o mais famoso crítico de vinhos do mundo.

Foram apresentadas 18 safras pelo seu produtor, Jean-Luc Thunevin, contando ainda com a participação do sueco Andrèas Larsson, sommelier campeão mundial. Até hoje, foram feitas 19 safras, e só não estava presente a primeira, o Valandraud 1991 (Jean-Luc tem apenas duas garrafas em sua adega pessoal). Todas as demais se fizeram presentes, inclusive a grande promessa (e cara), que é a de 2009. Próximo da mescla final, Jean-Luc, trouxe uma amostra de barrica, fruto de assemblage feita para este inédito evento.

Aquela noite, sem dúvida, traduziu em um daqueles momentos mágicos que só o vinho é capaz de nos proporcionar. Indescritível por palavras, devendo ser curtido no coração e guardado em um canto especial do cérebro.
A fim de colocar de prontidão nossos órgãos dos sentidos, já que haveria muito “trabalho” pela frente, começamos pelo Chateau Valandraud Blanc # 1 2007. Feito com as uvas sauvignon blanc e semillon, meio a meio, de vinhas de 7 anos em solo argilo-calcáreo, este já entrou arrasando, com sua untuosidade e, ao mesmo tempo com um frescor incrível. Toque herbáceo discreto, floral, fruta quase madura.

Belíssimo vinho produzido pela esposa de Jean-Luc, Murielle Andraud. É a segunda vez que o degusto e não há como deixar de se apaixonar por ele, e como disse em outra oportunidade, em mesmo nível dos grandes brancos de Graves.
Larsson achou que deveríamos iniciar a vertical pelos mais velhos (safras mais antigas) e terminar com os mais novos, mais poderosos. A regra (que em vinhos, muitas vezes existem para serem quebradas) de deixar safras mais antigas para o final, não é tão aconselhável mais, em virtude dos vinhos modernos estarem com algo mais de poder, potência, podendo estafar e esconder as sutilezas que só o tempo em garrafa permite.

Esta degustação é a prova de que vinhos de garagem, ditos modernos demais (por não respeitar os métodos clássicos de trabalho em vitivinificação), podem envelhecer maravilhosamente bem, mesmo que se apresentem muito concentrados e opulentos na juventude. No caso do Valandraud, o que percebemos é que quase passados 20 anos (safras 1992, 1993 e 1994), ele se mostram tão clássicos quanto os outros famosos Bordeaux. Com certeza, quem criticou na época estes vinhos (vin de garage) por serem muito concentrados têm que dar a mão à palmatória (pois os garagistas estavam certos).

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*Por Gérson Lopes.

Artigos

Casa do Porto apresenta Viña Alzania

No dia 25/11/2010 a Casa do Porto através de Luiz Eduardo Moraes trouxe a Belo Horizonte o enólogo Juan Manuel Echeverria da Viña Alzania de Navarra, Espanha. Echeverria esteve no Brasil para uma série de apresentações de alguns de seus vinhos que são importados pela Casa do Porto. Em Belo Horizonte ele fez uma apresentação para a imprensa e alguns convidados na qual falou um pouco de sua região, da vinícola e de seus vinhos.

* José Manuel Echeverria

Ele é um dos responsáveis pela criação do plano estratégico de Viticultura de Navarra em parceria com o governo da comunidade. Ele é formado em agronomia pela Universidade Pública de Navarra, é Mestre em Viticultura e Enologia pela Universidade de La Rioja e é também Especialista Sênior em Viticultura e Enologia em Climas Quentes pela Organização Internacional do Vinho e da Vinha e pela Universidade de Cádiz.


Artigos, Eventos

O que a “verdade” tem a ver com o vinho?

Onde se esconde a verdade, caro leitor e atenciosa leitora? Num contraponto de Bach ou no silêncio de John Cage? Na matéria ou no espírito? Na ciência ou na arte? No gol ou no drible? No caminho do meio, diriam os budistas. Divagação para filósofos, diria o apressado. A verdade é fugidia, caríssimos. Quando achamos que sabemos, descobrimos que estamos perdidos. A verdade é aquela partícula subatômica que ora se comporta como matéria, ora como energia. É quântica. Lisa e escorregadia como um peixe ensaboado. Tente aprisioná-la e se verá traído. Pobres fundamentalistas que crêem na existência de respostas prontas para tudo.

E o que tem isso a nos ensinar sobre nosso gole de cada dia, você deve estar a se perguntar. Muito. Veja, por exemplo, o caso da eterna peleja dos produtores de vinho no que diz respeito ao terroir. Há os que o defendam acima de tudo assim como os que apostem suas fichas em pesquisa e tecnologia e não rezem em seu altar sagrado. Quem estaria mais perto da verdade? A resposta, é claro, depende de muitas variáveis. Num mundo tão complexo, o ser humano precisa simplificar e generalizar para seguir em frente sem se questionar a cada minuto e correr o risco de empacar. Mas, às vezes, vale a pena parar e se perguntar. Onde estou? Aonde vou?

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